“ Seja bem vindo(a) “

Espero que estejam gostando da saga desse corajoso jovem.

Me perguntaram ontem se eu podia falar o final da historia, e lhes digo: “Não sei nem o que vai ser do MEU dia amanhã!”. Por isso, meu foco principal, alem de manter um bom enredo, é lhes dar a vantagem de ler algo que é dinâmico de certa forma. Pois a historia segue um rumo, que pode ser alterado a qualquer momento, dependendo da minha imaginação munida de meu Humor. É inconstante dessa forma, porem, vejo que está dando bons resultados. Peço a todos, que assim que lerem o capitulo do dia, postem um comentário, nem que seja "oi". Pode parecer banal, mais é o que me motiva mais e mais estar aqui escrevendo esta historia para vocês.



ps: Estou me Baseando no Filme "I am Legend" Para poder criar O CLIMA dessa historia, então seria uma boa dica assistir o filme, para aqueles que querem entender melhor como é estar sozinho no mundo!


Obrigado

[ INDICE ]

Para melhorar a Organização deste Blog, aqui vai um Indice dos Capitulos ja postados.

[ Diario de um Sobrevivente ]

1º Temporada

[ Capitulo 1. ][ Capitulo 2. ][ Capitulo 3. ][ Capitulo 4. ]
[
Capitulo 5. ][ Capitulo 6. ][ Capitulo 7. ][ Capitulo 8. ]
[ Capitulo 9.
][ Capitulo 10. ][ Capitulo 11. ][ Capitulo 12. ]
[ Capitulo 13. ][ Capitulo 14. ][ Capitulo 15. ]||

2º Temporada

[ Capitulo 16 ]|



Me perguntaram com quantos capitulos eu iria finalizar.
eu respondi:
" Já não sei mais.. quantos minha imaginação conseguir produzir! "

Afinal, o que seria desse Blog, sem vocês?!
Obrigado, a todos.

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ACABARAM AS FERIAS... Graças a Deus! ;)

E voltamos com força total na 2º Temporada
Aproveitem! e Obrigado pela Paciencia!


domingo, 8 de junho de 2008

[ 20 de Setembro de 2058 ] - "Capitulo 3"

Fazem 9 meses e 19 dias que não vi mais nenhum sobrevivente.


Não tive uma noite muito agradável, como esperava.

Eu achei que tinha me acostumado com o medo, crescer e viver em meio a uma cidade assombrada por mortos-vivos me fez acostumar com ele, para mim é um sentimento simples, como o da alegria, da tristeza, dor...


Porem, Nesta noite, senti novamente aquele frio que sobre lá debaixo da espinha até o bulbo. Frio, que me fez ficar paralisado, fosse de pensamento, fosse de ação, respiração!


Foi tudo por volta das 3:30 da madrugado, quando despertei novamente assustado com os sons dos tiros dos sobreviventes que estou seguindo. Pelo intervalo dos sons dos disparos, conclui que são mais de dois sobreviventes.

Pelo jeito, o acampamento deles foi atacado de noite por infectados, e ao se protegerem, cometeram a maior imprudência que talvez lhe custaram as próprias vidas, revidando com uma chuva de tiros denunciaram a sua posição para os outros infectados da região.


Para mim, pior do que ter tido que escutar a noite inteira, gemidos , gritos horripilantes desesperados integrados ao som sinfônico e frenético dos disparos das armas e não poder fazer nada, será talvez voltar a me acostumar com a idéia de que sou o único sobrevivente, e que agora, estou sem rumo novamente.

Espero que tenha sobrado alguem lá..


Pela manha, ainda atordoado com a insonia, caminhei lentamente me camuflando entre a vegetação alta, ao encontro do que de noite provavelmente foi o inferno na terra. Caminhei tão lentamente, que depois de 4 horas, por influencia do medo e do medo da decepção, percebi que não tinha me afastado o suficiente da Roda-gigante, a ponto de ainda conseguir ver a cabine que se tornou meu álibi esta noite.


No final da tarde, cheguei ao que me parece ser um pequeno armazém abandonado. Minha duvida sobre aquele local foi respondida ao ler uma pequena plaquinha na porta, que indicava “Parque estadual, Agua funda“,pelo menos agora sei que estou em Agua funda.

Finalmente, dentro do pequeno armazém, encontrei mais uma fogueira, ainda estava com a lenha quente. Em sua volta, algumas latas de mantimentos vencidos, e alguns frascos de tranqüilizantes recém utilizados.


Apesar do sangue no chão, e do corpo de um infectado que encontrei debaixo de uma lona amarela, este de longe não era o palco do inferno que ouvi de noite. Devido as capsulas de rifle que encontrei jogadas próximo a fogueira, conclui que foi dali que os sobreviventes fizeram os disparos que me fizeram acordar assustado ontem de manha.


Vou passar a noite aqui, aproveitar a lenha e torcer para que esta noite seja mais calma. Pois sei que amanha será um dia difícil.

Amanha saberei se minha esperança ainda vive, o que torna ainda mais pulsante minha ansiedade.



Enfim, Continuo Seguindo os Rastros dos Possíveis Sobreviventes, no Parque Estadual, rumo ao desconhecido.

sábado, 7 de junho de 2008

[ 19 de Setembro de 2058 ] - "Capitulo 2"

Fazem 9 meses e 18 dias que não vi mais nenhum sobrevivente.



Hoje, Acordei ao som dos disparos de um rifle.

Disparos ininterruptos, longínquos, percebi logo que seja quem fosse que disparou, estava atirando em algo ou em alguem. Com minha experiencia em sobrevivência, prevejo que o outro Sobrevivente que estou seguindo, foi atacado por Infectados. Agora tenho certeza do que estou seguindo, pois nunca vi um Não-infectados Usar um rifle! pelo menos Não até Hoje. Espero que ele ou ela, esteja bem. Vivo! Sinto falta do centro da cidade. cada dia que passa, percebo que estou me distanciando mais e mais do meu mundo, dos prédios sombrios. Bem que minha mãe sempre me disse que São Paulo era Enorme! Eu nasci e cresci dentro dela, e nunca á conheci! Não acho revoltante esse fato, pois sei que minha mãe não arriscaria minha vida para dar uma voltinha comigo em um cemitério gigante de mortos-vivos. Mais não posso deixar de negar que explorar o desconhecido me excita, muito...



Ontem eu achei que era loucura começar a escrever sobre mim, do que eu faço no dia a dia, neste pequeno diário. Porem percebi que loucura mesmo seria não me expressar mais, Sei que fiquei paranóico esses últimos meses, tanto que alguns dias atrás eu estava conversando com um manequim que encontrei em um shopping. afinal, são 9 Messes e 18 dias que não converso com nenhum ser Humano, e de repente começo a seguir rastros de um. Já nem sei mais o que falaria para ele. Ainda mais se for “ela”...



Passei o dia Procurando por suprimentos em meio a um antigo parque de diversões que encontrei. Consigo imaginar como que seria aquilo com milhares de pessoas. Por tudo que eu vi hoje, e ontem, desde que cheguei nessa área, percebi que ela foi evacuada as pressas, apesar da vegetação alta, consegui ver muitos carros batidos, sem falar nos esqueletos também, o lugar esta repleto. Fiquei mais de 15 minutos parado diante de uma bonequinha que encontrei jogada no chão, imaginando a cena, já que a poucos metros dali podia-se ver claramente restos de ossos de uma criança. É horrível. Por isso mesmo, creio que perdi meu dia. Meu rumo.



Mais a frente, encontrei uma roda-gigante. de todos os Brinquedos do parque que eu via nas fotos, sempre quis ter andado nela, olhar tudo lá de cima, parece limpo, ao menos, diferente de quando se vive aqui em baixo, vivendo das migalhas de uma civilização morta. O legado da Humanidade, para o Planeta.
Vou passar a noite aqui, dentro desta cabine da roda-gigante, que estou escrevendo agora. Não me parece muito seguro, mas já que nunca andei nela, ao menos posso falar um dia que já dormi em uma.



O dilema, é encontrar alguem para dizer alguma coisa...



Enfim, Continuo Seguindo os Rastros do Possível Sobrevivente rumo aos confins da periferia da grande São Paulo.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

[ 18 de Setembro de 2058 ] - "Capitulo 1"

Fazem 9 meses e 17 dias que não vi mais nenhum sobrevivente.

A Busca esta cada Dia mais difícil. Por todos os lugares e Cidades que eu passo, tudo que vejo é a força da recuperação da natureza tomando conta de tudo, retomando o espaço que o homem um dia lhe tirou, ela é perfeita. Tudo que um dia foi a Maior Cidade da América latina, hoje não passa de um Gigantesco Cemitério Complexo de concreto e aço, que denuncia explicitamente que um dia houve vida humana. Ruas que se tornaram rios, prédios que se tornaram grandes jardins suspensos. para mim, não é estranho ver tudo assim, cresci vendo essa imagem. "São Paulo", minha mãe me dizia que era uma Cidade Fabulosa, cheia de Vida, que não dormia. hoje, tudo que vejo, é uma cidade que dorme Eternamente ao Som de Pássaros que em Revoada se entrelaçam em meio à grandes Prédios. Hoje fui atacado por uma onça. porem, diferentemente das que eu tinha visto antes, esta não tinha mais pelos, e apresentava Raiva, era visível. Sinais de um Infectado...


Como se não bastasse estar sozinho e ter que me proteger, agora tenho que me preocupar com o que eu caço para subsistência, já que não se encontra mais nada dentro da validade.. ou quase nada. Não sei o que ia acontecer se eu comece algo infectado, Mais não quero arriscar para saber..

Se completaram uma semana que estou seguindo rastros do que talvez seja um sobrevivente, pelo menos é o que espero que seja! Ontem encontrei restos de uma fogueira, a lenha não estava mais quente, mas ainda tinha uma panela, com restos generosos de arroz, ervilhas, Alface, milho e carne, creio que tinha tomate também. Seja lá o que for que eu estou seguindo, tem Suprimentos e sabe cozinhar. Só não fiquei mais tempo lá, pois a festinha particular foi feita em um sector no subsolo de um prédio, e já estava escurecendo, com certeza eu não ia esperar mais para ver o que aquilo ia virar na escuridão total. me admira que ainda não tinham aparecidos Cachorros para comer o resto, até que seria bom que aparecessem, talvez assim eu também conseguiria algo para comer.

Pelo que percebi, levando em consideração a rota que tomamos, o suposto não-infectado está estão indo para algum lugar ao sudeste. o que me dá certeza disso é o fato de que até agora não consegui alcança-lo. talvez esteja caminhando de noite para ir mais rápido. mas, para onde? como?


Enfim, Continuo Seguindo os Rastros do Possível Sobrevivente rumo aos confins da periferia da grande São Paulo. creio que estou a menos de 2 dias dele, ou dela, quem sabe seja uma Mulher.. acho que não, seria sorte demais.

Seja quem for, ou o que for, tem um Objetivo! Pois eu já esqueci o meu...



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Nota de comportamento:

Percebi, que o numero dos Humanos Infectados nessa área da cidade, é menor que em comparação ao centro. o ultimo que eu vi, foi a 4 dias. Observei que este estava sozinho, sem um grupo, o que é de costume deles. talvez ele se perdeu, ou em outras Hipóteses o seu grupo era tão pequeno, que os forçou a se alimentarem uns dos outros. canibais. Melhor para mim que economizo munição.. mais não seria nada agradável encontrar um desses esfomeados sem alma novamente!